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quinta-feira, 25 de março de 2010

MORADIA POPULAR EM DEBATE VII

Pensando uma Nova Cidade – Justa, Democrática e SustentávelNo momento que vivemos, onde os problemas do meio ambiente e das cidades são cada vez mais exaltados, não podemos ignorar o papel da sociedade. A pobreza, as injustiças e os problemas ambientais se somam numa conta negativa e desastrosa. Reverter essa situação pede nosso compromisso com a análise da história passada e presente com a imaginação de caminhos para o futuro. Os problemas da moradia, do acesso à água, de trabalho, num mundo cada vez mais urbanizado, exige um planejamento efetivo e sustentável. É nas cidades onde há uma concentração maior desses problemas, onde o ambiente está mais degradado. A ocupação predatória e sem planejamento tem ameaçado ou destruído completamente nossas paisagens naturais. A vulnerabilidade ao invés da sustentabilidade tomou conta do nosso planeta. O princípio da sustentabilidade precisa ser empoderado pela sociedade, reforçando o compromisso de que a retirada de recursos deve ser feita dentro dos limites de uma economia sustentável e não predatória, formando a consciência ecológica e a solidariedade entre os povos em defesa da vida. Pensar uma nova cidade é um desafio possível e urgente. Por isso estamos neste Fórum Urbano Mundial e neste Fórum Social Urbano, refletindo em profundidade sobre um mundo em construção, em luta, que se organiza e encontra soluções alternativas em inúmeras experiências dos movimentos populares de diferentes regiões e cidades dos países. Queremos construir juntos uma sociedade justa, democrática e sustentável.

quarta-feira, 24 de março de 2010

MORADIA POPULAR EM DEBATE VI

Lutar contra os despejos e defender o Direito a Cidade
A divulgação da ideologia de que somos um povo pacífico e que nesta terra não existe conflito, não reflete a verdade dos fatos e nem resiste a uma leitura crítica da história, já que o povo brasileiro foi forjado nos processos de resistências e na luta pela terra no campo e nas cidades. Com o inchaço e o crescimento desigual das cidades, foi ficando cada vez mais difícil de encontrar um lugar para os pobres que sempre tiveram que “se virar” e morar onde fosse possível. Para o povo sempre sobrou os piores lugares, nos bairros distantes, nas favelas, nos cortiços e nas ruas. Mesmo nas favelas, nos bairros distantes, nos cortiços e nas ruas, os pobres poderiam viver, desde que não incomodassem os ricos ou ferissem os interesses da especulação imobiliária. São comuns nas cidades brasileiras as práticas de ações higienistas para expulsar os pobres das regiões mais valorizadas, a violência contra as populações em situação de rua ou ainda a atuação do capital imobiliário com o aparato do poder judiciário e do estado para retirar os pobres de regiões antes deteriorioradas e agora revalorizadas pelo mercado. Assim, para viver com dignidade, os pobres sempre tiveram que lutar muito, enfrentar a violência dos despejos, as ações de reintegrações de posse e o preconceito. O Brasil é signatário de vários tratados internacionais de proteção aos direitos humanos, das crianças e dos jovens, dos idosos, e das mulheres e tem a garantia Constitucional de proteção do direito a moradia. Mesmo assim, todos os dias ocorrem dezenas de remoções, muitas vezes com extrema violência. Para superar esta grave situação de disputa pela terra urbana a União Nacional de Moradia Popular atuou na criação da plataforma nacional de combate aos despejos, apoia e participa, no âmbito do ConCidades, do grupo de acompanhamento de conflitos fundiários, que está organizando, no dia 28 a 30 de abril de 2010, o Encontro Nacional de Conflitos Fundiários em São Paulo. A União Nacional de Moradia Popular apóia também o programa Relatores DESC, especialmente a Relatoria Nacional pelo Direito à Cidade que denuncia em todo país as violações do direito a Moradia.
Mais imagens da desocupação a Fazendinha:

MORADIA POPULAR EM DEBATE V

Abertura do FSU é marcada por protesto em favor de cidades mais justas. Natasha Pitts *Adital. As constantes demandas de organizações da sociedade civil por espaço para debater os problemas urbanos de suas cidades deu origem ao Fórum Social Urbano (FSU). O evento, que teve início ontem e segue até sexta-feira (26), no Centro Cultural da Ação da Cidadania Contra a Fome, zona portuária do Rio de Janeiro, tem como finalidade ceder espaço para que os participantes debatam a necessidade de uma reorganização urbana e a importância da participação da população nos processos que afetam as cidades. O evento acontece em paralelo ao Fórum Urbano Mundial, proposto pela Onu-Habitat.
"Foi uma decisão acertada organizar este espaço mais democrático. A partir de atividades que possibilitam a troca entre os participantes é possível debater problemas comuns em todas as cidades como falta de moradia ou acessibilidade", avalia Regina Ferreira, secretária executiva do Fórum Nacional de Reforma Urbana e membro da ONG Fase-Rio.
Regina acredita que o principal propósito do FSU, além da troca de conhecimentos, é mostrar a capacidade dos movimentos sociais de se organizar, de pautar e intervir nas decisões que afetam as cidades e, consequentemente, as populações. LEIA MAIS

terça-feira, 23 de março de 2010

MORADIA POPULAR EM DEBATE. LULA ABRE O FUM5

Presidente Lula abre o Fórum Urbano Mundial 5 no Rio de Janeiro. Cerca de 4 mil pessoas lotaram o Armazém 4 do Pier Mauá, local do Fórum Urbano Mundial 5. Diante de 4 mil pessoas que lotaram o Armazém 4 do Pier Mauá, o presidente Lula inaugurou o Fórum Urbano Mundial 5 no Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (22). Também participaram da abertura oficial do evento, que continua até a próxima sexta (26), o presidente de Uganda, Yoweri Museveni, a diretora-executiva do ONU-Habitat, Anna Tibaijuka, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, o ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e o prefeito, Eduardo Paes.
Lula disse que o Rio de Janeiro começa a ser vista como a cara de um novo Brasil, com grandes investimentos. “Estamos neste momento da história brasileira provando que é possível construir um novo país”, afirmou. Como o governador Cabral, convidou os participantes a visitarem as obras do PAC Urbanização de Favelas para comprovar a mudança na vida de comunidades de baixa renda.
Foto: Publius Vergilius / Fonte: Mcidades.

segunda-feira, 22 de março de 2010

FÓRUM URBANO MUNDIAL 5, INICIA HOJE NO RIO DE JANEIRO


Começa nesta segunda-feira (22) na Zona Portuária do Rio de Janeiro o maior evento de urbanismo no planeta, o Fórum Urbano Mundial 5, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da diretora-executiva do ONU-Habitat, Anna Tibaijuka, do ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, do governador do Estado do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes. A cerimônia começa às 10 horas, no Armazém 4 do Pier Mauá. A edição brasileira tem o apoio do Governo Federal e do Ministério das Cidades. Á organização do evento recebeu cerca de 27,5 mil inscrições via internet. O tema central do FUM5 é "O Direito à Vida: Unindo o Urbano Dividido". As discussões são divididas em seis eixos: Levando Adiante o Direito à Cidade; Unindo o urbano Dividido; Acesso Igualitário à Moradia; Diversidade Cultural nas cidades; Governança e Participação; e urbanização sustentável e inclusiva. Criado por decisão da a Assembleia Geral das Nações Unidas em 2001, o fórum reúne regularmente agentes governamentais, representantes da sociedade civil e do setor privado para debater o problema da rápida urbanização. Hoje, é o congresso mais importante sobre gestão do crescimento das cidades. 
Local do evento – Os armazéns da Zona Portuária foram revitalizados para receber o Fórum. As obras integram o projeto de revitalização da área portuária do Rio de Janeiro, projeto realizado em parceria pelo governo Federal, Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Governo do Estado do Rio.
Serviço:
Fórum Urbano Mundial 5
Data: 22 a 26/03/2010
Local: Pier Mauá, armazéns 2 a 6 e anexos, Zona Portuária, Rio de Janeiro (RJ)

sexta-feira, 19 de março de 2010

MORADIA POPULAR EM DEBATE (II)


MORADIA POPULAR EM DEBATE. Conheça a União Nacional por Moradia Popular. Presente no Fórum Urbano Mundial 5. A União Nacional por Moradia Popular (UNMP) é uma organização que reúne movimentos populares de moradia em 19 estados brasileiros. São sem-teto, favelados, encortiçados, moradores de ocupações, mutuários e mutirantes que formam uma organização de luta e de defesa do direito humano à moradia e à cidade. A UNMP iniciou sua articulação em 1989 e consolidou-se a partir do processo de elaboração e mobilização para o primeiro Projeto de Lei de Iniciativa Popular que criou o Sistema, o Fundo e o Conselho Nacional por Moradia Popular no Brasil (Lei 11.124/05). A UNMP já conquistou mais de 30 mil moradias em diversos estados brasileiros, a maioria delas através de mutirão e autogestão. A UNMP organiza-se em torno de princípios comuns que são: a organização popular de base, a luta pelo direito à moradia, a defesa da autogestão, a participação popular e o controle social das políticas públicas, a luta contra os despejos, a reforma urbana e o direito à cidade. Estes princípios se traduzem em reivindicações, lutas concretas e propostas dirigidas ao poder público nas três esferas de governo. Nesse sentido, a UNMP tem enfrentado as diferentes gestões, ao longo desse tempo, buscando a negociação e a ação propositiva, sem deixar de lado as ferramentas de luta e a pressão do movimento popular. A UNMP é membro do Conselho Nacional das Cidades e do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social.

MORADIA POPULAR EM DEBATE II

MORADIA POPULAR EM DEBATE. Conheça a União Nacional por Moradia Popular. Presente no Fórum Urbano Mundial 5. A União Nacional por Moradia Popular (UNMP) é uma organização que reúne movimentos populares de moradia em 19 estados brasileiros. São sem-teto, favelados, encortiçados, moradores de ocupações, mutuários e mutirantes que formam uma organização de luta e de defesa do direito humano à moradia e à cidade. A UNMP iniciou sua articulação em 1989 e consolidou-se a partir do processo de elaboração e mobilização para o primeiro Projeto de Lei de Iniciativa Popular que criou o Sistema, o Fundo e o Conselho Nacional por Moradia Popular no Brasil (Lei 11.124/05). A UNMP já conquistou mais de 30 mil moradias em diversos estados brasileiros, a maioria delas através de mutirão e autogestão. A UNMP organiza-se em torno de princípios comuns que são: a organização popular de base, a luta pelo direito à moradia, a defesa da autogestão, a participação popular e o controle social das políticas públicas, a luta contra os despejos, a reforma urbana e o direito à cidade. Estes princípios se traduzem em reivindicações, lutas concretas e propostas dirigidas ao poder público nas três esferas de governo. Nesse sentido, a UNMP tem enfrentado as diferentes gestões, ao longo desse tempo, buscando a negociação e a ação propositiva, sem deixar de lado as ferramentas de luta e a pressão do movimento popular. A UNMP é membro do Conselho Nacional das Cidades e do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social.

MORADIA POPULAR EM DEBATE NO FÓRUM URBANO MUNDIAL 5.

LANÇAMOS A SÉRIE "MORADIA POPULAR EM DEBATE", acompanhando o Fórum Urbano Mundial 5, no Rio de Janeiro. A União por Moradia Popular do Paraná, estará presente, sendo representada pela por Maria da Graça, coordenadora Geral da Entidade. A União Nacional por Moradia Popular participa deste V Fórum Urbano Mundial e do Fórum Social Urbano, trazendo na bagagem a luta e a vida dos movimentos, dos bairros, ocupações, mutirões, cortiços e favelas que lutam todos os dias pelo direito à cidade. O FUM nos convida para debater a “união do espaço dividido” e afirmamos que isso só pode acontecer rompendo as estruturas feitas para segregar e excluir. As cidades são hoje geridas como se fosse uma grande empresa, dando lucro para poucos. A UNMP se une a diversas entidades populares, redes, ong´s etc que acreditam que é possível construir um outro modelo. Acreditamos que é possível construir cidades diferentes, acolhedoras para seus moradores e não priorizando o grande capital. Nós acreditamos na participação organizada e autônoma dos cidadãos, através de seus movimentos e organizações que pode elaborar e implementar políticas e planos que promovam a eliminação das grandes disparidades de riqueza e poder nas nossas sociedades. Defendemos a cidade que promova a equidade de gênero, onde mulheres e homens são agentes promotores de justiça social. Cidades que abram espaço para o impulso criador da juventude urbana e que respeitem e valorizem seus idosos. Defendemos a cidade do cidadão e da cidadã, que não é mercadoria, nem território de espoliação. Lutamos todos os dias por cidades justas e solidárias, onde direito à cidade não seja apenas palavras em faixas ou publicações, mas realidade do dia-a-dia.

quinta-feira, 18 de março de 2010

FÓRUM URBANO MUNDIAL 5, INICIA NA SEGUNDA FEIRA

Fórum Urbano Mundial 5 começa segunda-feira, na Zona Portuária do Rio.17/03/2010
Começa nesta segunda-feira (22) na Zona Portuária do Rio de Janeiro o maior evento de urbanismo no planeta, o Fórum Urbano Mundial 5, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da diretora-executiva do ONU-Habitat, Anna Tibaijuka, e do ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida.
A edição brasileira tem o apoio do Governo Federal e do Ministério das Cidades.
O tema central do FUM5 é "O Direito à Vida: Unindo o Urbano Dividido". As discussões são divididas em seis eixos: Levando Adiante o Direito à Cidade; Unindo o urbano Dividido; Acesso Igualitário à Moradia; Diversidade Cultural nas cidades; Governança e Participação; e urbanização sustentável e inclusiva.
Criado por decisão da a Assembleia Geral das Nações Unidas em 2001, o fórum reúne regularmente agentes governamentais, representantes da sociedade civil e do setor privado para debater o problema da rápida urbanização. Hoje, é o congresso mais importante sobre gestão do crescimento das cidades.
Abrangência – O último Fórum Urbano Mundial, realizado em 2006, em Vancouver, Canadá, teve a participação de mais de 10 mil pessoas, entre governantes de 160 países, parlamentares, autoridades locais, representantes da sociedade civil e do setor privado, acadêmicos e profissionais da área, organizados em seminários, oficinas e painéis de debates. Países como Angola, Argentina, China, México, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha participaram do evento.
Local do evento – Os armazéns da Zona Portuária foram revitalizados para receber o Fórum. As obras integram o projeto de revitalização da área portuária do Rio de Janeiro, projeto realizado em parceria pelo governo Federal, Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro e Governo do Estado do Rio.
Serviço:
Fórum Urbano Mundial 5
Data: 22 a 26/03/2010
Local: Zona Portuária, armazéns 2 a 6 e anexos, Rio de Janeiro (RJ)
Entrada gratuita
Informações e Inscrições: wuf5.cidades.gov.br

segunda-feira, 15 de março de 2010

FÓRUM URBANO MUNDIAL 5, PROGRAMA

ONU-Habitat divulga programação do Fórum Urbano Mundial.
Programação completa está no site do evento. O Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos, ONU-Habitat, divulgou no seu site nesta segunda-feira (15) a programação do Fórum Urbano Mundial 5 (FUM5), maior evento de urbanismo no planeta, que começa na manhã da próxima segunda-feira (22). A abertura do evento deve reunir o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a diretora-executiva do ONU-Habitat, Anna Tibaijuka, e o ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida. A edição brasileira tem o apoio do Governo Federal e do Ministério das Cidades. O tema central do FUM5 é "O Direito à Vida: Unindo o Urbano Dividido". As discussões são divididas em seis eixos: Levando Adiante o Direito à Cidade; Unindo o urbano Dividido; Acesso Igualitário à Moradia; Diversidade Cultural nas cidades; Governança e Participação; e urbanização sustentável e inclusiva.
O fórum reúne regularmente agentes governamentais, representantes da sociedade civil e do setor privado para debater o problema da rápida urbanização. Hoje, é o congresso mais importante sobre gestão do crescimento das cidades.
Histórico – Em 2001, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu realizar, a cada dois anos, sessões de um Fórum Urbano Mundial, sob a responsabilidade da Agência Habitat das Nações Unidas, com o objetivo de reunir, regularmente, uma ampla gama de parceiros governamentais, da sociedade civil e do setor privado, em torno dos grandes desafios colocados pela crescente urbanização. No debate são pautadas as economias nacionais, a organização das sociedades, as comunidades locais e as próprias cidades.
Abrangência – O último Fórum Urbano Mundial, realizado em 2006, em Vancouver, Canadá, teve a participação de mais de 10 mil pessoas, entre governantes de 160 países, parlamentares, autoridades locais, representantes da sociedade civil e do setor privado, acadêmicos e profissionais da área, organizados em seminários, oficinas e painéis de debates. Países como Angola, Argentina, China, México, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha participaram do evento.
Serviço:

Fórum Urbano Mundial 5

Data: 22 a 26/03/2010
Local: Zona Portuária, armazéns 2 a 6 e anexos, Rio de Janeiro (RJ)
Entrada gratuita
Informações e Inscrições: wuf5.cidades.gov.br

sexta-feira, 12 de março de 2010

FÓRUM URBANO MUNDIAL 5

Fórum Urbano Mundial 5 já tem 15,9 mil inscritos Participantes virão de 161 países. A organização do Fórum Urbano Mundial 5 (FUM5) inscreveu 15.967 participantes até a última sexta-feira (5). Segundo o balanço mais recente do ONU-Habitat, Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos que promove o evento em parceria com o Brasil, os inscritos são de 161 países. A quinta edição do Fórum, o maior evento sobre urbanismo no planeta, começa no próximo dia 22 na Zona Portuária do Rio de Janeiro.
As inscrições são gratuitas e continuam abertas ao público até o próximo domingo (14).
Esta é a primeira sessão do fórum na América Latina, e terá como característica principal a participação popular nas propostas que serão discutidas. O evento foi criado em 2001 pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que previu a realização a cada dois anos de sessões de um Fórum Urbano Mundial, sob responsabilidade do ONU-Habitat.
A edição brasileira tem o apoio do Governo Federal e do Ministério das Cidades.
O tema central do FUM5 é "O Direito à Vida: Unindo o Urbano Dividido". As discussões são divididas em seis eixos: Levando Adiante o Direito à Cidade; Unindo o urbano Dividido; Acesso Igualitário à Moradia; Diversidade Cultural nas cidades; Governança e Participação; e urbanização sustentável e inclusiva.
O fórum reúne regularmente agentes governamentais, representantes da sociedade civil e do setor privado para debater o problema da rápida urbanização. Hoje, é o congresso mais importante sobre gestão do crescimento das cidades.
Histórico – Em 2001, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu realizar, a cada dois anos, sessões de um Fórum Urbano Mundial, sob a responsabilidade da Agência Habitat das Nações Unidas, com o objetivo de reunir, regularmente, uma ampla gama de parceiros governamentais, da sociedade civil e do setor privado, em torno dos grandes desafios colocados pela crescente urbanização. No debate são pautadas as economias nacionais, a organização das sociedades, as comunidades locais e as próprias cidades.
Abrangência – O último Fórum Urbano Mundial, realizado em 2006, em Vancouver, Canadá, teve a participação de mais de 10 mil pessoas, entre governantes de 160 países, parlamentares, autoridades locais, representantes da sociedade civil e do setor privado, acadêmicos e profissionais da área, organizados em seminários, oficinas e painéis de debates. Países como Angola, Argentina, China, México, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha participaram do evento.

Serviço:

Fórum Urbano Mundial 5

Data: 22 a 26/03/2010
Local: Zona Portuária, armazéns 2 a 6 e anexos, Rio de Janeiro (RJ)
Entrada gratuita
Informações e Inscrições: wuf5.cidades.gov.br

quarta-feira, 3 de março de 2010

FÓRUM URBANO MUNDIAL 5

Abertas inscrições para atividades de capacitação do Fórum Urbano Mundial 5. Estão abertas as inscrições para participar de atividades de capacitação do Fórum Urbano Mundial 5, que começa no próximo dia 22, no Rio de Janeiro. As atividades de capacitação oferecem uma variedade de temas, desde design urbano e adaptação a mudanças climáticas, passando por eficiência no uso da água e governança colaborativa. 
Como a demanda por vagas nesses cursos é grande, é recomendado inscrever-se agora. Clique aqui P
ara se inscrever (a página de inscrições está em inglês). 
Histórico – Em 2001, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu realizar, a cada dois anos, sessões de um Fórum Urbano Mundial, sob a responsabilidade da Agência Habitat das Nações Unidas, com o objetivo de reunir, regularmente, uma ampla gama de parceiros governamentais, da sociedade civil e do setor privado, em torno dos grandes desafios colocados pela crescente urbanização. No debate são pautadas as economias nacionais, a organização das sociedades, as comunidades locais e as próprias cidades. 
Abrangência – O último Fórum Urbano Mundial, realizado em 2006, em Vancouver, Canadá, teve a participação de mais de 10 mil pessoas, entre governantes de 160 países, parlamentares, autoridades locais, representantes da sociedade civil e do setor privado, acadêmicos e profissionais da área, organizados em seminários, oficinas e painéis de debates. Países como Angola, Argentina, China, México, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha participaram do evento. 
A quinta edição do Fórum Urbano Mundial vai trazer ao Rio autoridades de todo o mundo, especialistas Urbanos, pensadores e acadêmicos, líderes comunitários e ativistas para ajudar a desenvolver novas políticas para o desenvolvimento de cidades melhores. 
O evento, organizado pela ONU-HABITAT e pelo Governo do Brasil, terá como tema “O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido” e acontecerá de 22 a 26 de março de 2010. 
Fonte: ONU-Habitat.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Fórum Urbano Mundial 5 já inscreveu mais de 10 mil participantes

Evento será de 22 a 26 de março nos armazéns da zona portuária do Rio de Janeiro. O Fórum Urbano Mundial 5 (FUM5) está com inscrições abertas até o dia 14 de março. Já se inscreveram, de forma gratuita, mais de 10 mil participantes. O evento será realizado no Rio de Janeiro, de 22 e 26 de março, para discutir problemas causados pelo crescimento das cidades e políticas públicas para tentar saná-los. São esperadas mais de 15 mil pessoas, de 160 países.
Esta é a primeira sessão do fórum na América Latina, e terá como característica principal a participação popular nas propostas que serão discutidas. O evento foi criado em 2001 pela Assembléia Geral das Nações Unidas, que previu a realização a cada dois anos de sessões de um Fórum Urbano Mundial, sob responsabilidade da agência ONU-Habitat, das Nações Unidas. A sessão brasileira tem o apoio do Governo Federal e do Ministério das Cidades.

O tema central do FUM5 é "O Direito à Vida: Unindo o Urbano Dividido". As discussões são divididas em seis eixos: Levando Adiante o Direito à Cidade; Unindo o urbano Dividido; Acesso Igualitário à Moradia; Diversidade Cultural nas cidades; Governança e Participação; e urbanização sustentável e inclusiva.

O fórum reúne regularmente agentes governamentais, representantes da sociedade civil e do setor privado para debater o problema da rápida urbanização. Hoje, é o congresso mais importante sobre gestão do crescimento das cidades.

Fórum Urbano Mundial 5

Data: 22 a 26/03/2010

Local: Zona Portuária, armazéns 2 a 6 e anexos, Rio de Janeiro (RJ)

Entrada gratuita

Informações e Inscrições: wuf5.cidades.gov.br

Ministério das Cidades

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

FÓRUM URBANO MUNDIAL, EM MARÇO, NO BRASIL

Faltam dois meses para a abertura do Fórum Urbano Mundial 5 (FUM5), que começa no dia 22 de março. O FUM5 é o principal evento de urbanismo do mundo e acontece no Rio de Janeiro até 26 de março. O evento é promovido pelo UN-HABITAT, Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos. As inscrições são gratuitas e os interessados podem se inscrever até o fim de fevereiro.
Histórico – Em 2001, a Assembléia Geral das Nações Unidas decidiu realizar, a cada dois anos, sessões de um Fórum Urbano Mundial, sob a responsabilidade da Agência Habitat das Nações Unidas, com o objetivo de reunir, regularmente, uma ampla gama de parceiros governamentais, da sociedade civil e do setor privado, em torno dos grandes desafios colocados pela crescente urbanização. No debate são pautadas as economias nacionais, a organização das sociedades, as comunidades locais e as próprias cidades.
Abrangência – O Fórum Urbano Mundial realizado em 2006 em Vancouver, Canadá, teve a participação de mais de 10 mil pessoas, entre governantes de 160 países, parlamentares, autoridades locais, representantes da sociedade civil e do setor privado, acadêmicos e profissionais da área, organizados em seminários, oficinas e painéis de debates. Países como Angola, Argentina, China, México, Portugal, Inglaterra, Estados Unidos e Alemanha participaram do evento.
China – A mais recente edição do evento, o IV Fórum Urbano Mundial, foi realizado em novembro de 2008, na cidade de Nanjing, China, com o tema "Urbanização Harmoniosa – o desafio de um desenvolvimento territorial equilibrado".
Fonte: União Nacional Por Moradia Popular.